Estudos Juvenis e Comunitários: conhecer para intervir

Como docente, mãe e encarregada de educação, acredito que adquirir competências adequadas ao desempenho das responsabilidades inerentes aos papéis sociais em causa, fará todo o sentido para um melhor exercício, que se pretende de qualidade e excelência, das funções que exerço neste momento, face também aos desafios constantes que me são colocados.
Nesse sentido, a frequência da Pós-Graduação em Estudos Juvenis e Comunitários tem-me possibilitado contactar com as principais correntes atuais da juventude e aprofundar os meus conhecimentos em áreas tão diversas como a sociologia da juventude, a psicologia ou a intervenção educativa e comunitária com jovens. Mas, sobretudo, o que me motiva é ter a oportunidade de desenvolver competências pessoais, sociais e técnicas com vista à resolução dos problemas que se me apresentam no quotidiano. Acredito ser também uma forma de potenciar as capacidades de comunicação e negociação com os jovens com quem trabalho diariamente sujeitos a ambientes complexos e em mudança. Na verdade, esta formação tem permitido explorar as problemáticas e temáticas contemporâneas atinentes à juventude, tanto no que diz respeito às principais correntes teóricas, como no que se refere a situações que envolvem risco e desvio, discriminação, exclusão social e os contextos educativos (formais, não formais e informais) em que os jovens vivem. A visão transversal que esta formação oferece possibilita, igualmente, adquirir conhecimentos relevantes e competências no campo da gestão de grupos.
Gostaria, ainda, de enfatizar a necessidade que qualquer agente educativo tem de buscar o saber atualizado por inerência legítima das funções que desempenha e pela responsabilidade social na transmissão de valores e atitudes, subjacentes a todo o processo educativo, facilitado aqui pelas linhas orientadoras desta especialização.
A Pós-Graduação em Estudos Juvenis e Comunitários, disponibilizada em regime de e-learning, detém como principal vantagem a flexibilidade na gestão do tempo, o respeito pelo ritmo individual de trabalho do aluno e, a nível pessoal, o desenvolvimento de um processo autónomo de aprendizagem. Por outro lado, estou certa de que este modelo de formação promove no aluno a disciplina que necessariamente se impõe para criar rotinas diárias de trabalho. Com efeito, tem-se revelado um desafio pessoal esta gestão individualizada do tempo, no sentido de concretizar os objetivos pessoais e profissionais a que me propus. A boa e eficaz gestão do tempo de estudo, como em qualquer outra forma de ensino, depende, de modo ineludível, do desenvolvimento de estratégias de execução e autoavaliação que permitam ao aluno atingir os objetivos e metas fixados, a partir das prioridades definidas, da motivação subjacente e do compromisso estabelecido.
Apesar da sua natureza assíncrona, esta modalidade de ensino-aprendizagem a distância, encontra nos fóruns de debate e reflexão uma das suas principais potencialidades, o que em momento algum poderá ser menosprezado ou não desenvolvido. É aqui que se constrói o diálogo com os colegas de turma, sustentado pelas linhas orientadoras designadas pelos docentes e pela apresentação de argumentos válidos, mais do que propriamente a exposição de conteúdos.
Recomendo, vivamente, a frequência desta Pós-Graduação, para quem trabalha quotidianamente com jovens com vista a melhorar a sua capacidade de atuação junto deste público-alvo.
Andrea Cordeiro
Estudante da Pós Graduação em Estudos Juvenis e Comunitários da Universidade Aberta
Mais notícias...
Honoris Causa do Professor Doutor Roberto CarneiroCiclo de Conferências 25 Anos UAbMatrículas e inscrições do 1.º cicloPós-graduações em candidaturas até 14 de julhoQualificação para Estudos Superiores: inscrições até 18.07Bênção das Pastas e Queima das Fitas 2012/2013SCOP 2013CLA de Grândola na Feira de Agosto Ver Newsletter