PROBLEMáTICAS JUVENIS
Código: 11054
ECTS: 6
Departamento: Departamento de Educação e Ensino a Distância
Área Científica: Ciências da Educação
Palavras-Chave:
    Juventude
    Problemáticas
    Políticas
Docente:
Filipa Barreto de Seabra Borges
Área Científica: Ciências da Educação – Desenvolvimento Curricular
Correio Eletrónico: filipa.seabra@uab.pt

Sinopse:
Nesta unidade curricular procura-se, em primeiro lugar, situar o conceito juvenil, analisando a suas evolução numa perspetiva histórica e sociológica, e relação com conceitos afins. Analisa-se ainda a noção de transição para a idade adulta, problematizando os limites da juventude e a sua conceção meramente etária. Seguidamente, trata-se um conjunto de problemáticas que, atualmente e nas sociedades ocidentais, particularmente a europeia e a nacional, mais afetam as populações jovens, com destaque para o emprego, educação e formação, a mobilidade, e a participação cívica. Por fim, analisam-se orientações e políticas juvenis promovidas aos níveis europeu e nacional.


Competências:
Pretende-se que, no final desta Unidade Curricular, o estudante tenha adquirido as seguintes competências:
 
  1. Agregar, analisar e interpretar informações sobre questões educativas e sociais pertinentes à juventude;
  2. Dominar linguagens especializadas relacionadas com a juventude;
  3. Demonstrar sentido crítico e compromisso ético;
  4. Compreender e concetualizar fenómenos relacionados com a juventude;
  5. Compreender os processos de desenvolvimento e aprendizagem de indivíduos e grupos na fase juvenil;
  6. Conhecer e avaliar políticas, instituições, sistemas e organismos educativos relevantes para a intervenção educativa junto de jovens;
  7. Adequar a intervenção educativa e formativa a diversos contextos, problemáticas e populações-alvo.


Conteúdos:
Tema 1: Conceito Juvenil, referentes e abrangência.
Neste tema, partindo de conceitos oriundos da sociologia e da psicologia, analisa-se o conceito de juventude e os seus limites, evitando uma visão essencialista, bem como as perspetivas sobre a transição para a vida adulta e os desafios que essa transição representa nas sociedades ocidentais atuais, pautadas pelo alargamento da fase juvenil.

Tema 2: Grandes problemáticas.
Aborda-se algumas das problemáticas que afetam a juventude nas sociedades atuais, e que têm sido alvo de preocupação por parte de instâncias europeias e nacionais, como sejam o emprego, a mobilidade, a participação cívica e diversos riscos específicos deste grupo populacional.

Tema 3: Políticas juvenis e intervenção
Analisa-se e problematiza-se as políticas juvenis ao nível europeu e nacional, salientando as respostas existentes às problemáticas antes analisadas. Questiona-se o papel da intervenção educativa e formativa na resposta às necessidades e prioridades elencadas.
 


Bibliografia:
Comissão Europeia (2009). Uma nova era para as políticas de juventude da UE.
Costa Lobo, M., Ferreira, V. S., & Rowland, J. (2015). Emprego, Mobilidade, Política e Lazer. Situações e atitudes dos jovens portugueses numa perspetiva comprada. Lisboa: Instituto de Ciências Sociais.
Governo de Portugal, Instituto Português do Desporto e Juventude (2015). Livro Branco da Juventude. Lisboa: IPDJ, IP.
Guerreiro, M. D., & Abrantes, P. (2007). Transições Incertas: Os Jovens perante o Trabalho e a Família. Lisboa: CITE.
Rowland, J., Ferreira, V. S., Vieira, M. M., & Pappámikail, L. (2014). Nem emprego, nem educação ou formação: Jovens NEEF em Portugal numa perspetiva comparada. Lisboa: Universidade de Lisboa.
Vieira, M. M., Pappámikail, L., Ferreira, V. S., & Rowland, J. (Coords.). (2013). Conhecer para agir: contributos das ciências sociais para o Livro Branco da Juventude. Lisboa: Observatórios do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.


Metodologias de Ensino:
E-learning



Total de Horas de Trabalho: 156
Total de Horas de Contacto: 15

Avaliação:
O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2/3 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação presencial (p-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar um único momento presencial de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.